Centro de Serviços para Caminhões

DICAS PARA O AMIGO CAMINHONEIRO

27/09/2009 14:35

TEMPO CERTO PARA TUDO

  Deixar o motor funcionando em marcha lenta por mais que cinco minutos, também é outro costume sem sentido. Além de causar um consumo de combustível desnecessário, provoca o espelhamento das camisas de cilindros com posterior consumo de óleo lubrificante.
  Se deixar o caminhão esquentando por mais de cinco minutos é prejudicial, desligar o motor logo após a parada do veículo, não deixando-o funcionar em marcha lenta por no mínimo um minuto também é errado. O desligamento do motor imediatamente à parada, ocasiona a queima do filme de óleo que deveria ficar nos mancais da turbina, podendo danificá-la. O correto é deixar o motor funcionando em marcha lenta por um período entre 1 e 2 minutos antes de desligá-lo.

  Outros tipos de vícios como dirigir com o pé apoiado sobre o pedal da embreagem, acionar duas vezes esse pedal na mudança de marchas quando as caixas são sincronizadas, descer longos trechos em velocidade e marcha inadequada (utilizando dessa forma o freio em demasia) e dirigir fora da faixa de rotação econômica vão comprometer componentes como embreagem, lonas de freio e tambores, aumentar o consumo de combustível, e fatalmente influenciarão no desempenho, no custo operacional e na durabilidade do veículo.
  O trabalho fora da faixa econômica (faixa verde do conta-giro) causa o aumento de consumo de combustível e falta de aproveitamento da inércia do veículo. Ele explica que os conta-giros dos veículos atuais contêm faixas nas cores verde, amarela e vermelha que indicam a faixa econômica, faixa de alto consumo e faixa que oferece perigo de danos ao motor, respectivamente.
  A falta de hábito de fazer as verificações diárias e semanais do veículo é outro vício que deve ser eliminado. “Estas verificações são importantes para se evitar paradas inesperadas.

 

COMO ACABAR COM OS VÍCIOS
  Como todos os vícios, os de direção também podem ser eliminados. E a melhor maneira para isso é por meio do treinamento. “É preciso fazer com que os motoristas participem de treinamentos no qual são explicados os funcionamentos dos equipamentos, como operar corretamente e quais as conseqüências da operação errada”
  “Normalmente os treinamentos realizados com técnicos capacitados, trazem consigo conceitos corretos, que, quando aliados à explicações prática e técnica, facilitam a compreensão dos motoristas fazendo com que eles revejam seus conceitos e experiências. Sendo colocadas em prática, logo os resultados positivos relativos à durabilidade e economia de seus veículos aparecerão”.
  A tendência é que mesmo os antigos caminhoneiros, com muitos anos de prática e de vícios, aos poucos, acabem deixando de fazer coisas que prejudicam o bom rendimento do caminhão. Isto porque a eletrônica embarcada auxilia na condução do veículo. “Hoje existem sistemas que alertam os motoristas quanto à aplicação errada de algum equipamento”
  Além de alertar, a tecnologia serve como “dedo duro”. Isto porque esses sistemas gravam dados da viagem que ajudam os departamentos de operação de frotas (normalmente utilizado em grandes empresas) a monitorar e corrigir a operação de seus motoristas. “Toda essa tecnologia gera um custo” “Mas normalmente é abatido com a correção das falhas de operação dos motoristas de uma frota”.
  Mas de nada adianta ter uma tecnologia sofisticada se o motorista não tem o hábito de observar as luzes de advertência do painel de instrumentos do veículo. “O motor pode estar operando com temperatura acima da máxima especificada pelo fabricante, ou o filtro de ar obstruído, o nível do óleo da direção hidráulica baixo e tudo isso estar sendo mostrado através de luzes”, “Se o motorista não observar, essas ocorrências poderão provocar a parada do veículo”.

 

ACELERADA INÚTIL
  Outro vício dos motoristas é acelerar o caminhão antes de desligá-lo. Isso acarreta o desgaste prematuro dos mancais/eixo do rotor da turbina por falta de lubrificação. Isso acontece porque ao desligar o veículo, a bomba de óleo pára. Se o motorista acelera forte e desliga, ele interrompe o fornecimento de óleo com o rotor da turbina ainda girando.
Alguns motoristas costumam aquecer o motor em rotações altas e/ou para carregar os reservatórios de ar. Esta prática no início do funcionamento do motor, provoca desgaste prematuro em peças metálicas e nos mancais/eixo do rotor da turbina.

  Assim como boa parte dos motoristas de automóveis, alguns caminhoneiros apóiam a mão na alavanca de câmbio, o que causa desgaste nos conjuntos sincronizadores.

  Na ilusão de economizar combustível, muitos caminhoneiros andam com o caminhão desengrenado, em ponto morto, na famosa “banguela”. Esse costume provoca principalmente, danos no rolamento da árvore primária e conjuntos sincronizadores por falta de lubrificação, além de aumentar muito o risco de acidentes. Além disso, com o caminhão desengrenado, alguns componentes podem atingir rotações acima daquelas para as quais foram projetadas, aumentando o risco de quebra

 

Pequenos vícios podem causar grandes prejuízos

  Um velho ditado diz que uma mentira contada muitas vezes acaba se tornando verdade. É mais ou menos isso que acontece com os vícios de direção dos motoristas, tanto de carros quanto de caminhões e ônibus. Alguém diz que dar duas pisadas na embreagem facilita a troca de marchas e isso acaba se tornando verdade absoluta, mesmo em caminhões com câmbio com sincronizadores.

   “Dirigir com o pé esquerdo para fora da janela, falar ao celular, tomar medicamentos para resistir acordado um número maior de horas e não diminuir a velocidade com pista molhada, garoa ou chuva forte, comprometerão a segurança durante a condução do veículo”

  Um dos vícios mais comuns dos motoristas é repicar o acelerador durante as trocas de marchas. Isso só aumenta o consumo de combustível, não ajudando em nada no engate das marchas. Esse costume se dá, muitas vezes pelo fato de os motoristas acreditarem que o repique auxilia na sincronização do câmbio, o que não é verdade. A dupla debreada em veículos com câmbio sincronizado, além de não ajudar no engate, provoca o desgaste prematuro no conjunto de sincronizadores e reduz a vida útil da embreagem e do volante do motor. A mania do motorista pisar no acelerador excessivamente, principalmente em aclives, como uma condição na qual geralmente ocorre o aumento do consumo do combustível.

 

Pequenos vícios podem causar grandes prejuízos

  Um velho ditado diz que uma mentira contada muitas vezes acaba se tornando verdade. É mais ou menos isso que acontece com os vícios de direção dos motoristas, tanto de carros quanto de caminhões e ônibus. Alguém diz que dar duas pisadas na embreagem facilita a troca de marchas e isso acaba se tornando verdade absoluta, mesmo em caminhões com câmbio com sincronizadores.

   “Dirigir com o pé esquerdo para fora da janela, falar ao celular, tomar medicamentos para resistir acordado um número maior de horas e não diminuir a velocidade com pista molhada, garoa ou chuva forte, comprometerão a segurança durante a condução do veículo”

  Um dos vícios mais comuns dos motoristas é repicar o acelerador durante as trocas de marchas. Isso só aumenta o consumo de combustível, não ajudando em nada no engate das marchas. Esse costume se dá, muitas vezes pelo fato de os motoristas acreditarem que o repique auxilia na sincronização do câmbio, o que não é verdade. A dupla debreada em veículos com câmbio sincronizado, além de não ajudar no engate, provoca o desgaste prematuro no conjunto de sincronizadores e reduz a vida útil da embreagem e do volante do motor. A mania do motorista pisar no acelerador excessivamente, principalmente em aclives, como uma condição na qual geralmente ocorre o aumento do consumo do combustível.

 

 

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